O cientista deve preocupar-se em criar, despertar e estimular o interesse pela concepção de novos paradigmas e não limitar-se somente à transmissão de conhecimentos já estabelecidos.



sexta-feira, 28 de julho de 2017

3º Congresso Mundial de História Ambiental no Brasil, Florianópolis, Universidade Federal de Santa Catarina







































O 3º Congresso Mundial de História Ambiental será realizado no Brasil, na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis-SC entre 23 e 26 de julho de 2019. Acompanhe no site do evento clicando aqui.

terça-feira, 25 de julho de 2017

5º Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações

A Universidade Federal de Santa Catarina, por meio do Grupo de Pesquisa Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental (LABIMHA), está organizando o 5º Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações, que acontecerá em Florianópolis, em outubro de 2018. Acesse aqui a página do evento.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

IX Simposio de la Sociedad Latinoamericana y Caribeña de Historia Ambiental (SOLCHA)

O IX Simpósio da SOLCHA será realizado em 2018 na Universidade Nacional de Costa Rica. A cada dois anos a SOLCHA organiza simpósios agregando os pesquisadores da Amperica Latica e Caribe que pesquisam a relação sociedade e natureza. Veja mais sobre o evento aqui.



domingo, 23 de julho de 2017

Breve história do curso de Geografia da FURB

por Martin Stabel Garrote


O curso de Geografia da FURB é um anseio da comunidade de Blumenau e região, sendo uma demanda de nossa universidade a muito tempo. Em 1987 foram criados os cursos de Ciências Sociais, Serviço Social e História, e o Departamento de Ciências Humanas passa a oferecer mais de 90 disciplinas nas áreas de Sociologia, Geografia, História, Antropologia e Serviço Social. Os estudantes saíam habilitados para lecionarem Estudos Sociais (Educação Moral e Cívica e/ou Organização Social Política e Brasileira), História e Geografia. Em 1990, existia o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (hoje CCHC) e o Departamento de Ciências Humanas propõe a divisão do departamento, que tinha 3 cursos, dando origem ao Departamento de Geografia e História (com nomenclatura inicial de Departamento de Geo-História, que ficaria com as áreas de Geografia, História e Estudos dos Problemas Brasileiros) e o Departamento de Ciências e Práticas Sociais (que ficaria com as habilitações de Ciências Sociais, Ciência Política, Antropologia e Serviço Social). 

Na ocasião, para o Departamento de Geografia e História foi recomendado a criação de um curso único que habilitasse História e Geografia (CEPE, Processo 220 de 1990). O Curso de História, que foi criado em 1987, tendo que cumprir as metas de ampliação de habilitações a partir de 1990 passa a ter as disciplinas de Geografia Econômica I e II, que vieram do Departamento de Ciências Econômicas, estando juntas com as disciplinas já existentes na grade curricular de 1992: Introdução aos Estudos da Geografia e Cartografia, Cartografia, Geografia do Brasil, Geografia Física e Humana do Brasil, Geografia Física e Humana Geral I e II, Geografia Física, Geografia Física e Ecossistemas, Geografia Humana e Econômica e Geografia Regional, disciplinas que junto às de História, e também para os estudantes de Ciências Sociais possibilitava a habilitação Licenciatura Curta em Geografia, indexada na da Licenciatura Plena em História.

Em 1991 o Departamento de Geografia e História passa a se chamar Departamento de História e Geografia (CEPE, Processo 173 de 1991). Em 1992 a grade de História foi reformulada (Criando a Licenciatura Plena em História e o Bacharel em História) e sua matriz curricular ainda habilitava a Licenciatura Curta em Geografia e OSPB (CEPE, Processo 221 de 1992). A habilitação em geografia cerrou no curso de História em 2001, quando nova reformulação da grade foi realizada, havendo diminuição de horas de Geografia por horas de disciplinas de História, e de prática de estágio em História, e principalmente, centralizando a formação apenas em uma área conforme recomendações da LDB de 1992 (CEPE, Processo 297 de 2001). Nessa mesma época na Universidade Regional de Blumenau foi formada uma comissão para instituir o curso de Geografia, projeto já pensado desde 1990, desde a época dos projetos Memorvale, Projeto Social sobre Patrimônio Arquitetônico, e Projeto Itajaí. A comissão era formada pelas professoras Aparecida Beduschi Schwab e Ivani Cristina Butzke Dallacorte, mas o processo foi arquivado pelo Departamento de História e Geografia.
A partir de 2008 o professor Gilberto Friedenreich dos Santos e professora Aurélia Maria Santos retomaram a discussão para organizar a criação do curso de Geografia, sendo pensado inicialmente o desenvolvimento da Licenciatura em Geografia, tendo em vista as demandas por profissionais do ensino formados na área, assim como a procura constante de estudantes pelo curso que não é ofertado pela FURB, e as possibilidades de integração aos programas do Ensino Superior do Governo Federal e Estadual (PARFOR, PIBID, FUNDES).

Através da PORTARIA N° 270/2013 foi criada uma Comissão Especial para a organização do curso sob a direção do professor Gilberto. A Comissão Especial foi composta pelos professores da FURB Ms. Cristina Ferreira, Dr. Gilberto Friedenreich dos Santos, Dr. Ivo Marcos Theis, Dra Jaqueline Samagaia, Dr. Juarês José Aumond e Dr. Leonardo Brandão. Da Pro-Reitoria de Ensino de Graduação, Ensino Médio e Profissionalizante da FURB, na ocasião estava a Assessora Pedagógica Clara Maria Furtado e o técnico administrativo Wilson Guilherme Lobe Junior. Da Secretaria Municipal de Educação a professora Sandra Regina Rosa da Costa, e da Gerência Regional de Educação – GERED/Blumenau/Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina a professora Teresinha Giovanella. 

O projeto foi encaminhado em 2013 e aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) em agosto de 2014. Mas foram solicitadas algumas alterações importantes a serem realizadas pelo Conselho Universitário (CONSUNI).  A Comissão Especial retomou os trabalhos tendo como Assessora Pedagógica a professora Rosana Andrade Rebelo, e nesta nova fase a comissão contou com a colaboração dos professores André Martinello e Aurélia Maria Santos do Departamento de História e Geografia e do professor Martin Stabel Garrote do Departamento de Ciências Sociais e Filosofia. Os trabalhos finais ficaram por conta de Gilberto e Martin.

Essa nova proposta foi encaminhada para nova avaliação, mas em julho de 2015 a Resolução CNE/CP nº2 de 1 de julho de 2015 passou a estabelecer novas regras para os cursos de Licenciatura no país, sendo o aumento da carga horária uma das principais mudanças. A partir de 2016, com orientação da Assessora Pedagógica Karla Bento as adequações a resolução no CNE foram realizadas, e o curso precisou se adequar a nova Política das Licenciaturas da FURB.

As inscrições para a primeira turma de Licenciatura em Geografia estão abertas de 17/07 até 04/08 e são ofertadas 30 vagas. É a única Licenciatura de Geografia presencial na região do Vale do Itajaí. Segundo o coordenador professor Dr. Gilberto Friedenreich dos Santos, o curso foi estruturado para ser uma Licenciatura que possibilite uma formação pluralista e interdisciplinar. Formando professores para o exercício do ensino e da pesquisa em geografia, com constantes atividades vinculadas com a prática docente nas escolas e laboratórios de ensino. O curso também está adequado a Resolução CNE/CP nº2 de 1 de julho de 2015, e a nova Política das Licenciaturas da FURB.


O GPHAVI faz aqui um agradecimento especial a estas pessoas que foram fundamentais para que o curso de Geografia fosse criado: Aparecida Beduschi Schwab; Aurélia Maria dos Santos; Rosana Andrade Rebelo; Gilberto Friedenreich dos Santos; Martin Stabel Garrote; Celso Kraemer; e o excelentíssimo reitor João Natel. 



Quer fazer parte desta história, inscreva-se e faça GEOGRAFIA na FURB. Clique aqui.

VEJA TAMBÉM



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Estudo mostra que vertebrados estão sumindo do mapa

A população e a área ocupada por um em cada três espécies de vertebrados terrestres estão caindo em ritmo acelerado, embora boa parte delas seja classificada em baixo risco de extinção ou dados insuficientes, pelo menos por enquanto. Veja mais sobre esta reportagem clicando aqui

terça-feira, 11 de julho de 2017

Pesquisa sobre a Reserva Biológica Estadual Canela Preta é aprovada pelo PIBIC

Projeto de Iniciação Científica desenvolvido pela pesquisadora  Vanessa é aprovado pelo PIBIC com bolsa FURB. A pesquisa de IC integrará as pesquisas desenvolvidas entre o Laboratório de Ecologia e Ornitologia, Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí da FURB em parceria com UC. A pesquisa será realizada na Zona de Amortecimento da reserva, nos municípios de Botuverá e Nova Trento e conta com a coordenação de Gilberto, orientação de Vanessa, um bolsista acadêmico, voluntários de pesquisa e participação da equipe do grupo e da UC. Estudantes FURB interessados na pesquisa e bolsa, entrar em contato por mail ou pessoalmente no nosso laboratório. Além de disponibilizar uma bolsa, a pesquisa disponibiliza vagas para pesquisadores voluntários. 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

VIII Simpósio Nacional de Ciência e Meio Ambiente

VIII Simpósio Nacional de Ciência e Meio Ambiente


O VIII Simpósio Nacional de Ciência e Meio Ambiente – SNCMA, a realizar-se nos dias 23 a 27 de Outubro de 2017, na cidade de Anápolis/Goiás, é um evento de divulgação científica organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente - PPSTMA do Centro Universitário de Anápolis - UniEVANGÉLICA.


sexta-feira, 30 de junho de 2017

FURB abrirá inscrições por seletivo especial para o curso de Geografia em 2017

Até que emfim! Desde 2012 o blog do GPHAVI anuncia o novo curso de Licenciatura em Geografia da FURB. E desta vez é pra valer. O curso abrirá agora em julho, a partir do dia 17 até início de agosto. Acompanhe o blog ou site da FURB e fique atento em como se inscrever no curso. O curso será ofertado com 9 fases no período noturno, e serão abertas 30 vagas. Acesse o site do curso (www.furb.br/geografia) e no link "Como Ingressar" na barra direita da página entre no edital do processo seletivo para Geografia, ou clique aqui. 



Fique atento nos Documentos necessários!

- ficha de inscrição preenchida sem rasuras (baixe aqui)
- fotocópia autenticadas de (a) histórico escolar do ensino médio; (b)diploma ou certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente; 

Foto cópia de (c) certidão de nascimento ou casamento; (d) cédula de identidade ou, se estrangeiro, passaporte com visto temporário devidamente atualizado ou, se for o caso, carteira de identidade para estrangeiro. (e) CPF próprio (e do responsável, em caso de menor de 18 anos, inclusive para alunos estrangeiros); (f) comprovante de vacinação contra rubéola (para mulheres), Lei nº 10.196 de 24/07/1996; (g) comprovante de residência; (h) Certificado de reservista (para maiores de 18 anos, do sexo masculino); (i) Título de eleitor (para maiores de 18 anos); (j) no caso de pessoas com deficiência apresentar atestado/laudo médico para confirmação (verificar relação de deficiências no ANEXO III do edital da chamada). 

Os candidatos que não possuírem os documentos listados nos itens (h) e (i) deverão apresenta-los assim que os obtiverem. Caso ainda não esteja de posse dos documentos citados nas alíneas (a) e (b), o candidato poderá apresentar declaração de conclusão do ensino médio, devendo apresentar os documentos solicitados no decorrer do segundo semestre letivo de 2017, sob pena de que seja impedida a sua matrícula no semestre subsequente.

No blog do GPHAVI já foram publicadas as seguintes postagens sobre o curso de Geografia:

Geografia na FURB?

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Qual é a situação da Mata Atlântica em Blumenau?

Por Martin Stabel Garrote

Fonte: Mapas SOS Mata Atlântica
http://aquitemmata.org.br
Blumenau é uma cidade pioneira na conservação da Mata Atlântica, na sua história muitos pesquisadores estudaram e contribuíram para que alguns de seus trechos fossem conservados. Como resultado o município possui as seguintes UCs:

-APA das Ilhas Fluviais, Decreto Municipal 6.435/99;
-APA Raulino Reitz, Decreto Municipal 6.797/2001;
-APA do Parque São Francisco de Assis, Decreto Municipal 98/95.
-ARIE Roberto Miguel Klein, Lei Municipal 4.157/92;
-ARIE do Salto, Decreto 8408/2007;
-ARIE Foz do Ribeirão Garcia, Lei Municipal 96/1995. 
-Parque Natural Municipal São Francisco de Assis, Lei Municipal 99/95;
-Parque Natural Municipal Broomberg, Lei Municipal 5.869/2002;
-Parque Natural Municipal Nascentes do Garcia, Lei Municipal nº 4.990/98.





Mas conforme dados divulgados no último relatório do SOS Mata Atlântica, o município de Blumenau vem apresentando aumento no desmatamento, principalmente decorrente na expansão de sua rede urbana. 

No vídeo do Jornal RIC TV foi apresentado um flagrante de desmatamento com finalidades de construção de um loteamento urbano entorno do Parque Nacional da Serra do Itajaí. Fato que além do desmatamento criaria uma área de vulnerabilidade à desastres socioambientais.

Entre 2011 e 2013 o desmatamento não apresentou crescimento na cidade, mas a partir de 2014 o problema vem se agravando, havendo um crescimento que corresponde a 4,34 ha por ano. 
Fonte: Aqui tem Mata? SOS Mata Atlântica
A área do município é de 51,850 ha (o que corresponderia a 100% de Mata Atlântica em 1500) possui hoje 27,522 ha de Mata Atlântica em diversos estágios sucessionais de formação florestal, o que corresponderia a 53,% da cobertura original. Tendo em vista a conjuntura política nacional e local, a tendência do desmatamento é aumentar nos próximos anos. 


Referência:

domingo, 25 de junho de 2017

Santa Catarina foi o quinto Estado que mais reduziu a Mata Atlântica no último ano, aponta estudo









"Após seis anos de controle no desmatamento, relatório indica que 846 hectares foram devastados entre 2015-2016, 41% a mais do que em 2014 [...] À primeira vista, parece pouco. Mas 846 hectares – o equivalente ao território de Centro, Morro da Cruz e Agronômica, em Florianópolis – formam a área de Mata Atlântica suprimida no Estado somente no espaço de um ano, entre 2015 e 2016. [...] O levantamento foi feito com base em imagens de satélite capturadas no ano passado, comparadas com outras de anos anteriores. Um programa de computador comparou as fotografias, que focavam áreas a partir de 3 hectares, e ressaltou pontos onde a vegetação foi suprimida ou reduzida. [...] Entram nessa análise os 17 Estados que fazem parte do bioma e ecossistemas como vegetação litorânea, restinga, manguezais e mata de araucárias, por exemplo. Apenas regiões onde havia muita concentração de nuvens não puderam ser analisadas, principalmente no Meio-Oeste catarinense". Para ler mais sobre esta matéria e ver alguns dos dados deste levantamento, publicado no Jornal Santa Catarina, clique aqui. (FONTE: Jornal Santa Catarina)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

"O problema era a expansão urbana; hoje é a da agricultura", diz diretor do SOS Mata Atlântica sobre desmatamento em SC

"Muito do que está acontecendo hoje com a Mata Atlântica deve-se à bancada ruralista do Sul. Além de ter feito a barbárie do Código Florestal, fizeram uma campanha ampla aí [em SC] e no Rio Grande do Sul contra o Cadastro Ambiental Rural, contra a própria lei que eles criaram. O que teve de devastação não foi um fenômeno da Mata Atlântica apenas, mas foi cruel porque ela é um bioma que tem uma lei especifica, que está valendo. O que a gente viu com o Código Florestal é que essa bancada criou uma sensação de vale-tudo e que está tudo liberado com a questão de dar anistia ampla, geral e irrestrita" Para saber mais sobre essa matéria do Jornal de Santa Catarina acesse aqui.(FONTE: Jornal de Santa Catarina).

terça-feira, 20 de junho de 2017

A cada dois dias, um Ibirapuera de Mata Atlântica desaparece

Imagem do parque Ibirapuera (Foto Wikipédia)
"O equivalente a 183 parques do Ibirapuera de florestas foi destruído, no bioma mais ameaçado do país, entre 2015 e 2016.  Os novos dados do Atlas da Mata Atlântica, divulgados nesta segunda-feira (29), indicam que 29.075 hectares dessas florestas foram desmatados no período, contra 18.433 hectares no ano anterior, um aumento de 57,7%". Para saber mais sobre essa notícia acesse o Jornal O ECO clicando aqui.

domingo, 18 de junho de 2017

Comunicado do GT História Ambiental da ANPUH - reunião

Convidamos para a reunião aberta do GT Nacional História Ambiental, no dia 27 de julho de 2017, as 14 horas, integrada ao XXIX Simpósio Nacional de História da ANPUH, que acontecerá em Brasília, no DF. O local será informado oportunamente. A reunião terá como pauta:

1. Relato das atividades do GT Nacional no período 2015-2017;
2. Relato dos GTs estaduais;
3. Comunicação: 3o. Congresso Mundial de História Ambiental 2019;
4. Comunicação: III Escola de Pós-Graduação da SOLCHA;
5. Planejamento das atividades para o próximo período;
6. Eleição da coordenação;
7. Assuntos gerais.

Atenciosamente,

Marcos Gerhardt, Susana Cesco e Samira P. Moretto
Coordenacao do GT Nacional Historia Ambiental/ANPUH

sábado, 17 de junho de 2017

V CIRCULAR - III ESCUELA DE POSGRADO SOLCHA 2017

Estão abertas as inscrições para a III Escuela de Posgrado da Sociedad Latino Americana y Caribeña de Historia Ambiental (SOLCHA). A Escola da SOLCHA acontecerá entre os dias 24 a 27 de outubro de 2017 no Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA), Anápolis, Estado de Goiás, Brasil. O evento terá como instituições organizadoras o Centro Universitário de Anápolis, a Universidade Estadual de Goiás e a Universidade Federal de Santa Catarina.

TAXAS
  • Taxa de Inscrição: R$ 100,00 (até 24 de Outubro)
  • Hospedagem no Hotel Universitário - 23 a 25 de outubro: CUSTEADAS PELA UniEVANGELICA
  • Taxa para as Atividades no Acampamento El Rancho (incluindo hospedagem, refeições e traslado): CUSTEADAS PELA UniEVANGELICA
  • Viagem à Fazenda Babilônia (opcional): R$ 50,00 (incluindo o café colonial e o traslado)
  • CUSTO TOTAL = R$ 150,00 (Em torno de US $ 50,00)

DATAS
•          Período de Submissão de Trabalhos: até 30 de junho de 2017
•          Divulgação dos alunos selecionados: 15 de julho de 2017
•          Período de Inscrição: 15 de julho à 24 de Outubro de 2017
•          Realização do evento: 24 a 27 de outubro de 2017
Submissão dos trabalhos no link: https://goo.gl/forms/ P9qptqdNeC7Q93n22

PROGRAMAÇÃO

1º. Dia- 24/10/2017
Manhã:
  • Grupos de discussão dos textos dos estudantes
Tarde:
  • Grupos de discussão dos textos dos estudantes
  • Mesa Redonda – Stephen Bell (Univerty of California, Los Angeles) e Reinaldo Funes (Fundación Antonio Núñez Jiménez de La Naturaleza y el Hombre, Cuba)
  • Coordenação – Sandro Dutra e Silva (UEG/UniEVANGELICA)
 Noite:
  • Atividade Cultural
  • Conferência de Abertura -  Adrián Gustavo Zarrilli (Universidad Nacional de Quilmes, Argentina)

 2º. Dia- 25/10/2017
Manhã
  • Visita de campo - Fazenda Babilônia, Pirenópolis.
Tarde:
  • Grupos de discussão dos textos dos estudantes/Oficinas/ Sessões de Seminários
Noite:
  • Mesa Redonda - Impacto da historiografia ambiental na disciplina história, na América Latina.
  • Participantes: Eunice Nodari (UFSC), Claudia Leal (Universidad de Los Andes, Colômbia) , Marina Miraglia (Universidad Nacional de General Sarmiento, Argentina), Diogo Cabral (IBGE)
  • Coordenação – Regina Horta (UFMG)

3º. Dia- 26/10/2017
Manhã:
  • Saída para campo - Acampamento El Rancho - Parque Estadual da Serra dos Pirineus (Corumbá de Goiás)
Tarde:
  • Trilhas no Cerrado: Rio Corumbá e Parque Estadual da Serra dos Pirineus. 
Noite:
  • Conferência – José Augusto Pádua (Acampamento El Rancho)
  • Pernoite no Acampamento

4º. Dia- 27/10/2017
Manhã:
  • Café da manhã no Acampamento El Rancho
  • Reunião de encerramento dos trabalhos (planejamentos futuros, projetos, parcerias, grupos de trabalho, etc.)
  • Almoço no Acampamento El Rancho
Tarde:
  • Retorno para Anápolis (despedidas)



FONTE: Comissão Organizadora (recebido por e-mail correio SOLCHA, de Sandro Dutra e Silva em 16 de junho de 2017).

terça-feira, 13 de junho de 2017

A antropóloga Dra. Adiléia Aparecida Bernardo passa a integrar o grupo como pesquisadora.


Nesta terça-feira dia 13 de junho, a professora do Departamento de Ciências Sociais e Filosofia da FURB, antropóloga Dr. Adiléia Aparecida Bernardo passa a integrar a equipe do GPHAVI. Formada em Ciências Sociais na FURB, com mestrado e doutorado em Antropologia Social pela UFSC, a pesquisadora estará atuando e desenvolvendo pesquisas na área da História Ambiental dando enfase na antropologia das interações e interdependências entre animais humanos e não humanos. Para saber mais sobre a pesquisadora acesse aqui.



sábado, 10 de junho de 2017

II Colóquio Histórias do Sertão: fronteira, sujeitos e narrativas

Mudança no campo da pesquisa em História tem permitido novos olhares sobre fontes tradicionais ou apontado na direção de novas fontes possibilitando o surgimento de novos discursos, a elaboração de novos textos sobre os sertões.
Sertão é tema central da reflexão de várias áreas de estudos, contudo, tem predominado sobre esse espaço uma representação informada por um conjunto de elementos fixos e negativos. Entre outras áreas, a História tem contribuído para atenuar essa visão negativa e apontar na direção da existência de vários sertões com processos de formação social e singular.
Desse modo, o Sertão, não sendo uma realidade geográfica dada a priori, localizável, o mesmo é o acúmulo da experiência; experiência com o espaço. Em verdade, tem-se uma paisagem imaginada como sertão, não como dado externo palpável, sendo, ao fim, elaboração estética. É, portanto, dotada de imaginário, de conteúdos simbólicos e subjetivos, bem como pode servir a fins políticos e ideológicos.
O caso do Maranhão e o Piauí, tradicionalmente identificados como sertão, não obstante a participação no movimento de renovação historiográfica, a representação de elementos fixos e negativos tem preponderado. É no sentido de divulgar as novas tendências de pesquisa e fazer circular novo textos sobre o sertão que é a proposta temática para o Colóquio de 2017.
Em 2016 foi realizado I Colóquio de História do Centro de Estudos Superiores de Caxias, com o tema: “Fontes sobre Caxias”. O evento foi considerado positivo, participaram alunos e professores da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI) e Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão (FACEMA). Em 2017, propomos a realização do II Colóquio, com o tema: “Histórias do Sertão: fronteira, sujeitos e narrativas”. Acesse a página do evento aqui.





terça-feira, 6 de junho de 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

13 anos investigando a História Ambiental do Vale do Itajaí


Resultado de imagem para GPHAVI

Hoje o Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí - GPHAVI completa seu 13º aniversário. Sua criação ocorre no dia mundial do meio ambiente. Sua pré-história inicia em 2003, com o desenvolvimento da primeira pesquisa de iniciação científica desenvolvida pelo pesquisador Martin orientada por Gilberto pelo PIPe. A experiência promoveu a partir de 2004 a criação do grupo no diretório do CNPq com certificação da FURB. Somados com o interesse pela História Ambiental do Vale do Itajaí, o historiador Martin, bióloga Vanessa, e geógrafo Gilberto promoveram durante esse período o desenvolvimento de um laboratório de estudos com a abordagem da História Ambiental, o que somou mais de 40 projetos de Iniciação Científica e Extensão, com recursos públicos de bolsas de pesquisas para estudantes da graduação, projetos com fomento pela FAPESC, e com parcerias e prestações de serviços especializados com órgãos públicos, privados e do terceiro setor. Agora com o esforço de todos que participaram e colaboraram possuímos um laboratório vinculado às disciplinas do curso de História, e Geografia (em abertura na FURB), e do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Regional, desenvolvendo pesquisas integradas ao nosso projeto maior, a História Ambiental do Vale do Itajaí. Foram 13 anos de muito trabalho, somando esforços  que continuarão interruptamente a cada dia que vai vir, para desvendar os processos das interações e interdependência dos indivíduos que compõe a natureza, e gerar conhecimento para que nossa espécie conserve e respeite o lugar onde vive, a vida existente,  e ciclos que nos circundam.  Parabéns a todos que contribuíram e fazem do GPHAVI existir...

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Junho Verde em Blumenau

A tradicional Semana Municipal do Meio Ambiente, marcada pelo dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, vem concentrando uma série de ações de instituições públicas e privadas, coordenadas pela Faema e Grupo de Trabalho de Educação Ambiental Local - GTEAL, no sentido de aumentar a preocupação com os cuidados ambientais por parte da sociedade local. A necessária mudança comportamental através da educação ambiental tem sido a tônica das atividades neste período. Porém, nos últimos anos, em função da adesão de um maior número de instituições, as ações têm se alongado para além da primeira semana de junho, configurando-o como um mês do meio ambiente. Em 2016, o Junho Verde foi instituído através da lei nº 8288, de 23 de maio, dando maior visibilidade à preocupação que o município tem com a questão ambiental (Fonte: Prefeitura Municipal de Blumenau) Acompanhe a programação completa:









segunda-feira, 29 de maio de 2017

A cada dois dias, um Ibirapuera de Mata Atlântica desaparece

Para ver essa matéria completa acesse aqui.
O equivalente a 183 parques do Ibirapuera de florestas foi destruído, no bioma mais ameaçado do país, entre 2015 e 2016.  Os novos dados do Atlas da Mata Atlântica, divulgados nesta segunda-feira (29), indicam que 29.075 hectares dessas florestas foram desmatados no período, contra 18.433 hectares no ano anterior, um aumento de 57,7%. Para ler mais acesse aqui

FONTE: O ECO

terça-feira, 23 de maio de 2017

Natureza em LUTO! Quando o Gato sai os Ratos fazem a festa! Políticos envolvidos com corrupção aprovam medidas que favorecem desmatamento!


O Senado aprovou, na tarde desta terça-feira (23), as Medidas Provisórias 756 e 758, que reduzem ou flexibilizam a proteção de mais de 600 mil hectares na Amazônia. Enviadas pelo presidente Temer em dezembro, as propostas foram modificadas durante a tramitação nas comissões mistas e atingem as Florestas Nacionais de Jamanxim (PA) e Itaituba II (PA) e os Parques Nacionais do Jamanxim (PA) e São Joaquim (SC), além de criar duas novas Áreas de Proteção Ambiental (APA de Jamanxim e APA Rio Branco), categoria mais branda de Unidades de Conservação, que permite propriedades privadas e exploração produtiva dentro de seus domínios. As Medidas Provisórias seguem agora para sanção presidencial. Leia mais da matéria do O ECO clicando aqui!


domingo, 21 de maio de 2017

Atlas da Mata Atlântica


"Mapear e monitorar a situação da Mata Atlântica e seus ecossistemas associados é a principal missão do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, hoje uma ferramenta consagrada para o conhecimento do bioma pela sociedade. A iniciativa é marcada por um convênio pioneiro entre a Fundação e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e atualmente tem o patrocínio do Bradesco Cartões e execução técnica da empresa de geotecnologia Arcplan". (FONTE: SOS Mata Atlântica). Para acessar e ter informações sobre a Mata Atlântica clique aqui.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

GT Nacional de História Ambiental

Entre na página do GT clicando aqui
Conheça  a página oficial do GT Nacional de História Ambiental. 

O Grupo de Trabalho História Ambiental, da Associação Nacional de História (ANPUH), é formado por estudantes, professores e pesquisadores de diversas universidades brasileiras. Foi constituído em 2013, durante o XXVI Simpósio Nacional de História. Tem dois objetivos principais: promover o debate acadêmico sobre a temática da história e natureza, por meio de eventos e atividades que ajudem a fomentar pesquisas na área de história ambiental no Brasil; articular e promover o intercâmbio de ideias, metodologias e aportes teóricos entre pesquisadores, que vêm desenvolvendo suas atividades em diferentes estados do país, contribuindo para o esforço global de construir uma sociedade ecologicamente viável e socialmente justa. Hoje somos 77 doutores(as), 34 doutorandos(as), 24 mestres, 24 mestrandos(as) e 7 graduados(as), totalizando 166 integrantes. (FONTE: GTHA, 2017)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

III Circular da Escola de Pós-graduação da SOLCHA

Vai acontecer entre os dias 24 a 27 de outubro de 2017 em Anápolis, Estado de Goiás a III Escola de Pós-graduação da SOLCHA. O evento é promovido pelos grupos de História Ambiental ligados a SOLCHA pelo Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA) e pela Universidade Federal de Santa Catarina. A III Circular pode ser acessada clicando aqui.